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no campo a gente aprende a trabalhar desde muito cedo.
aos 12 quando dava 17 as flores dos maracujazeiros se abriam,
para me alertar a ajudar a fertilizá-las manualmente, meu pai gritava:
“cria espirito, menino”.
penso se era como se alguma força divina estivesse dentro de mim

esperando para ser parida.

 


 

Washington da Selva

(Carmo do Paranaíba, MG - 1991).

Vive em Juiz de Fora desde 2013.


Da Selva é artista e pesquisador. Possui pesquisa que aborda o trabalho, o deslocamento e a paisagem. Mestrando em Artes, Cultura e Linguagens na Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF, com pesquisa paralela à própria produção artística desenvolvida na linha de pesquisa Estudos Interartes e Música - Orientado pelo professor e artista Zaven Paré.

Atualmente tem se interessado pelos procedimentos de deslocamento e apropriação na paisagem. Experimenta a construção de uma poética autoetnográfica, onde utiliza de narrativas de experiências familiares de trabalho na zona rural do Cerrado de Minas Gerais. É bolsista do Lab Cultural 2021, programa de incentivo a processos artísticos do BDMG Cultural, onde recebe a tutoria de Aline Motta, Dione Carlos, Gil Amâncio e Ricardo Aleixo.

Artista vencedor na modalidade voto popular do Prêmio DASartes 2021, com matéria sobre sua trajetória e obra publicada na edição nº 104, em fevereiro de 2021, da Revista DASartes.

É professor de Kundalini Yoga, formado pelo Kundalini Research Institute.

 

 


washingtondaselva@gmail.com
 

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